quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

«Emoções lusófonas», de Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito



NOVIDADE EDITORIAL

Cabo Verde, Brasil e Portugal, para além da Língua em comum, têm um contraste de emoções entrelaçando-se numa amálgama de afectos, pressentidos nas suas individualidades históricas, linguísticas e sociais. Exibem o que de melhor existe nas suas diversidades: a entrega poética à vida, o apego a vivências solucionadas em cada olhar, em cada sorriso, em cada palavra nascida de um simples regresso, ou mesmo de uma qualquer despedida.
O sabor dessa afectividade traz-nos a musicalidade de uma morna, de um samba ou de um fado, mas a sua origem é a mesma: o amor eternizado de quem sonha, de quem se entrega ou de quem, simplesmente, respira em liberdade.
Um ritual de experiências (mais interiorizadas ou mais à flor da pele, conforme a personalidade de cada um, modeladas pela cultura, pela insularidade ou pelas condições ambientais do seu desenvolvimento psicológico – patrimónios indeléveis que nos enriquecem) oferece-nos, num longo e fraterno abraço, este aceno constante com que nos deleitamos.
Esta obra, determinada por dois modos diferentes de descrever essa genuína e transversal musicalidade com que existimos e nos doamos, como raízes de um mesmo tronco, mostra-nos que somos mais próximos do que distantes, mais irmãos do que longínquos familiares, mais solidários do que antagonistas numa lusofonia feita de contradições e de reencontros, mas, sobretudo, desta imensa alegria de viver.
A essa lusofonia de sentimentos e a todos os que a ela se dão com as almas despidas de quaisquer contrariedades difíceis de compreender ou de aceitar, oferecemos esta narrativa, feita de descobertas e frustrações, ilusões e sensibilidades. E que, mau grado quaisquer acordos ou desacordos ortográficos existentes, é sempre um elo de ligação de todos os nossos anseios e desilusões, e de todas as nossas virtudes e desvirtudes.
Este livro é um compromisso e uma contribuição que nós, autores, ofertamos a quem acredita na nossa grande riqueza: a lusofonia emocional que nos rodeia, consubstanciada numa língua comum e numa convivência criativa, feita de imaginação, emancipação e liberdade.
                                                                                                        Joaquim Manuel Pinto Serra


Após a apresentação desta narrativa, quero, da minha parte, reiterar o nosso propósito de homenagear a Lusofonia, esta cumplicidade que nos irmana através da língua comum pela qual nos entendemos, embora com as diversidades provocadas, a princípio, pela distância e pelas novas influências, a resvalar depois para novas ramificações.
Foi ainda no âmbito da Lusofonia que achei bem associar a língua ao território, observando a vida do nosso povo, com as suas tradições, os seus preconceitos e os seus heróis, desde os tempos mais remotos. Assim, reportei à década em que nascemos, com a manifestação do Capitão Ambrósio, tema já conhecido e tratado por muitos cabo-verdianos.
Tratando-se de uma narrativa histórica, baseámo-nos em factos reais, para os quais tivemos o cuidado de verificar o respectivo tempo e a autenticidade, consultando fontes fidedignas. Pesquisas na «Internet» levaram-me ao magazine «Esquina do tempo», de Manuel Brito Semedo, às publicações de Luís Silva e a uma entrevista de Lilica Boal, todos publicados no «Facebook». Os meus agradecimentos aos respectivos autores e divulgadores.
À volta dos factos, girou a nossa fantasia. Uma família serviu-nos de modelo com as qualidades reconhecidas no seu protagonista, que admiramos pelo carácter, formação e intervenção, no desejo de libertar a sua terra dos abusos do colonialismo. Seguimos a obra dos seus descendentes, fazendo-os agir pela forma real, sempre digna, que conheci; ou imaginária, representando personagens que queríamos expor como modelos de determinadas situações.
Agradecemos aos que sobreviveram até aos nossos tempos, pela confiança que depositaram em nós, compreendendo a nossa trama e fornecendo algumas informações.
O terceiro capítulo, a meu cargo, apresenta-se como um misto de roteiro turístico, nas viagens pelas ilhas, a par dos apontamentos linguísticos sobre curiosidades da expressão crioula, além de um envolvimento amoroso que lhe deu o nome: «Fruto Proibido».
Quanto ao aspecto linguístico, não tive a pretensão de apresentar um trabalho científico. São apenas o resultado da minha experiência e da minha curiosidade no que diz respeito a certas origens, satisfeita pela consulta a obras dos filólogos Baltasar Lopes da Silva e Dulce Almada.
Após o quarto capítulo, apresentámos dois epílogos, nessa narrativa em que também fomos personagens participantes, interagindo com outras de ficção ou reais em situações fictícias.
Esperando ter agradado, deixo a todos um abraço fraterno.
Bem hajam!
                                                                                                                                                                         Maria Faria de Brito
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OS AUTORES

Joaquim Manuel Pinto Serra – Nasceu em Portugal (Loulé) e reside em Lisboa, depois de ter vivido em Coimbra durante cerca de sessenta anos. Médico psiquiatra, foi assistente hospitalar no Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid e chefe de serviço no Centro Psiquiátrico de Recuperação de Arnes, de que foi director (de 1984 a 1996).
Actualmente, está aposentado da carreira hospitalar e continua a exercer a sua especialidade, como profissional liberal.
É professor em várias academias de seniores, na cidade de Lisboa, leccionando a disciplina «A Arte de Envelhecer».
Tem publicados, até ao presente, dezassete livros: nove de poesia, quatro colectâneas de contos, dois romances, um de crónicas e um de ficção juvenil, este em co-autoria com Maria Armanda Tavares Belo.


Maria Faria de Brito – De seu nome completo Maria do Espírito Santo Pinheiro de Faria de Brito, nasceu em Cabo Verde (ilha Brava) e reside na ilha de São Vicente (Mindelo) onde fez os estudos primários e secundários. Frequentou o Liceu Gil Eanes, no qual mais tarde exerceu a sua actividade profissional, como professora de Francês. Foi depois contratada para a Escola Preparatória Jorge Barbosa.
Após a independência do país, no âmbito da actualização do ensino, foi destacada para frequentar o IPFE (Institut pour les Professeurs de Français à l´Étranger), na Universidade da Sorbonne em Paris, onde obteve o DSML (Diplôme Supérieur de la Méthodologie de la Langue).Tem publicadas duas obras: uma de poesia – «Ao Sol do Entardecer da Idade» – e outra de poesia e prosa – «ponte@palavra.cv.br» –, esta em co-autoria com Maria Helena Sato e Lavínia St. Aubyn.
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FICHA TÉCNICA
Livro: Emoções lusófonas
Autores: Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito
Fotografia da capa e da contracapa: José António Pereira
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 16,96 €
N.º de páginas: 160
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-78-5 (EAN: 978-972-8910-78-5)
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Registo de notícias e outras referências:

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

NOVIDADE EDITORIAL: «As flores também sonham», de Celeste de Almeida Gonçalves (com ilustração de Sandra Serra)

































SINOPSE

Era uma vez uma bela flor amarela que vivia num jardim junto de outras flores, plantas e árvores. Sempre voltada para o sol, rodando a sua corola, a flor era especial pois além de bela e elegante, também sonhava.
Esta flor recebia diariamente a visita de um menino mágico que tinha grande apreço e admiração por ela.
Certo dia, depois das palavras elogiosas do menino, a flor, que era um girassol, sentiu um profundo desejo de voar. A sua ânsia de conhecer o mundo para lá do jardim que habitava, de descobrir outros lugares e viver novas experiências, tornou-se de tal forma intenso que não hesitou em partilhá-lo com os seus companheiros.
Foi então que o amigo gato aconselhou este girassol a contar ao menino mágico o seu sonho de voar.
Por vezes, é preciso magia para que os sonhos aconteçam. O menino mágico compreendeu as razões da grande flor e concedeu-lhe o poder de voar. Mas a magia não basta. O girassol teve de fazer o seu esforço e empenhar-se para realizar a grande proeza de voar. Coragem e determinação não lhe faltaram. E todos os habitantes do jardim lhe deram ânimo para concretizar o seu sonho.
O que a seguir se passou foi uma verdadeira e espantosa aventura.
Acompanhado por uma joaninha e um sapo, pelo caminho do seu sonho tornado realidade, o girassol debateu-se com uma águia armada em rainha das alturas, encontrou uma menina curiosa e bondosa, um menino doente e agradecido, um circo onde se tornou um maravilhoso dançarino, um parque de diversões no qual experimentou o «skate», o escorrega, o baloiço, a trotineta e o basquetebol, revelando destreza e extraordinárias habilidades. Até de bicicleta o girassol andou, numa simpática boleia de um menino, sempre com o sapo e a joaninha seus companheiros inseparáveis, atrelados a si.
A flor do sol teve ainda a oportunidade de visitar uma família, conhecer um cão muito solidário e descobrir que já era notícia de televisão.
É claro que também correu riscos e apanhou grandes sustos, mas venceu os desafios que enfrentou.
Finalmente, a flor regressa ao seu jardim, como havia prometido ao menino mágico, iluminada por uma escolta de pirilampos, sempre com o sapo bem agarradinho às suas raízes e a joaninha pousada na sua corola.
A partilha da sua aventura com as outras flores e habitantes do jardim aconteceu noite adentro. Mas, antes, o menino mágico colocou-a de novo na terra, no seu lugar, regando-a abundantemente.
O que as outras flores não sabiam é que o desejo de voar e de conhecer mais sobre o mundo continuava a habitar o coração do girassol. Só o menino mágico sabia que a aventura iria continuar.
Esta é uma história sobre a importância de sonhar. Ensina, de um modo divertido, que os sonhos se realizam, mas é preciso coragem e empenho para tal.
Os valores da amizade, da liberdade, da responsabilidade, da solidariedade, do conhecimento e da verdade estão presentes nesta fantástica aventura da flor que queria voar, ao longo das inesperadas e divertidas peripécias pelas quais passa.
«As flores também sonham» é um conto infantil para crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 10 anos.
Celeste de Almeida Gonçalves
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A AUTORA
Celeste de Almeida Gonçalves  – Nasceu em 1961, na cidade de Coimbra. Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é professora no ensino oficial português, aliando a sua dedicação à escrita com o trabalho na área da Educação. É autora do livro infanto-juvenil «A Oliveira Mágica», inspirado na intimidade de uma criança com a Natureza. Apresenta agora «As Flores Também Sonham», o seu segundo livro infantil editado.
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FICHA TÉCNICA
Livro: As flores também sonham
Autora: Celeste de Almeida Gonçalves
Ilustração, «design» e paginação: Sandra Serra
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Pré-impressão: Nuno Beirão
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 12,72 €
N.º de páginas: 40 (38 + guardas)
Formato: 23,5 x 26,5 cm
ISBN: 972-8910-77-8 (EAN: 978-972-8910-77-8)
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FILME (animação):
https://www.youtube.com/watch?v=NwX6EEMSLuI
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.bibliofeira.com/editar/271404311/
https://www.wook.pt/livro/as-flores-tambem-sonham-celeste-de-almeida-goncalves/21043755
https://www.bertrand.pt/ficha/as-flores-tambem-sonham?id=21043755
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207661034602297&set=a.2650952651452.90601.1784836762&type=3&theater
https://escritores.online/livros/as-flores-tambem-sonham/
https://cs.eventbu.com/idanha-a-nova/apresentacao-publica-do-livro-as-flores-tambem-sonham/7786457
https://beiranews.pt/2017/11/celeste-goncalves-apresenta-em-idanha-a-nova-mais-um-livro-infantil/
https://allevents.in/idanha-a-nova/apresentação-pública-do-livro-as-flores-também-sonham/1520552364687422
http://www.aenacb.pt/biblioteca/813-escritora-celeste-gonçalves-vem-à-escola.html
http://www.radiocastelobranco.pt/noticias/cultura/2017/novembro/as-flores-tambem-sonham-hoje-em-idanha-a-nova/
https://www.facebook.com/MunicipioIdanhaNova/photos/pcb.1569936299730184/1569930429730771/?type=3&theater
http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/41834

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

14 de Novembro de 2017 (18h00), Centro Cultural do Mindelo (Cabo Verde): Segunda sessão de apresentação de EMOÇÕES LUSÓFONAS, livro conjunto de Joaquim Manuel Pinto Serra e de Maria Faria de Brito


A editora Mar da Palavra associa-se ao convite dos seus autores Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito para a segunda sessão pública em Cabo Verde, no Centro Cultural do Mindelo, do livro «Emoções lusófonas», no dia 14 de Novembro de 2017, pelas 18h00. A apresentação será afectuada pelo escritor Evel Rocha, a que se junta o músico Chico Serra, para um apontamento ao piano.

domingo, 5 de novembro de 2017

10 de Novembro de 2017 (18h00), Cidade da Praia (Cabo Verde): Sessão de lançamento de EMOÇÕES LUSÓFONAS, livro conjunto de Joaquim Manuel Pinto Serra e de Maria Faria de Brito

A editora Mar da Palavra associa-se ao convite dos seus autores Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito para a primeira sessão pública (ou de lançamento), em Cabo Verde (na Cidade da Praia), do livro «Emoções lusófonas», no dia 10 de Novembro de 2017, pelas 18h00, no Instituto Internacional de Língua Portuguesa, cuja apresentação será afectuada pela escritora Fátima Bettencourt.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

«O Momento Actual da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários em Portugal – As oito edições de 2009 a 2017» (Relatório do estudo)


PREFÁCIO

Reforma do Estado nos cuidados de saúde primários – A não implementação dos ACeS!

Não podemos assobiar para o lado ou fazer como a avestruz. Os problemas estão à vista de todos como nos vêm demonstrar os resultados desta oitava edição do estudo «O Momento Actual da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários em Portugal», o qual teve um número recorde de respondentes (71,4%), indicando a capacidade participativa das USF.
Falando dos problemas, constata-se que, na sua quase totalidade, estão centrados no défice de governação institucional (cadeia hierárquica): gestão económico-financeira; manutenção das instalações, mobiliário, equipamento, higiene, limpeza, climatização; logística e aprovisionamento; sistema de informação e contratação de recursos humanos.
Em suma, ao longo destes 11 anos de reforma, continua elevada insatisfação na percepção da falta de apoio e da ausência de respostas atempadas, por parte dos agrupamentos de centros de saúde (ACeS) e, principalmente, das ARS – administrações regionais de saúde (atingindo 69,51%), aos problemas que dependem da sua intervenção.
Das duas, uma: ou a Reforma do Estado na implementação dos ACeS é para levar por diante ou é para esquecer.
Se é para prosseguir (ainda queremos acreditar que sim!), então, ao fim de um ano e meio com um novo ciclo político, é tempo de maior clareza nas decisões reformistas das ARS e dos ACeS.
Não é admissível, ao fim deste tempo, continuarmos diariamente a ouvir expressões como estas:
  • Não temos orçamento para comprar uma impressora. Mas há Orçamento!
  • Estamos a aguardar a decisão da ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde) ou das Finanças…
  • A Lei não nos permite isto, aquilo, aqueloutro.
  • Está no departamento X ou Y da ARS para posterior apreciação, por parte do conselho directivo (da ARS).
  • Dois anos para reparar infiltrações em tectos de gabinetes, etc., etc.
Tudo isto a arrastar-se nas mais variadas situações, tais como problemas ligados aos sistemas de informação sem definição dos termos de referência, com uma interoperabilidade muito baixa e quebras constantes (78,5% das USF ficou mais do que dez vezes sem sistema!), aprovisionamento de material sem critérios definidos nem monitorização pública; e, sobretudo, a nível dos recursos humanos (RH), em que continua a faltar sentido estratégico da política de recrutamento de RH (no que diz respeito a coesão e a resultados) e na gestão previsional efectiva (na prevenção das crises), apostando no reforço dos recursos humanos qualificados nos CSP, alocados a uma carteira de serviços tipificada nacionalmente.
As ARS não se reformam por si próprias. Logo, não estão em condições de conduzir um processo tão complexo como a constituição dos ACeS, nem aquilo que eles devem corporizar enquanto novos paradigmas de governação descentralizada, responsável e participada.
A Reforma dos CSP propõe um modelo alternativo e mesmo de combate a este modelo vertical e de sentido único, em que a aposta é na mudança de comportamento dos dirigentes, passando a serem capazes de desempenhar as suas funções de servidores e de supervisores das unidades funcionais dos ACeS.
Em resumo, há uma contradição que urge ultrapassar entre o modelo burocrático das estruturas formais (ACSS, SPMS, ARS e ACeS) e a moderna administração pública (USF), com uma governação da Saúde centrada na responsabilização pelos resultados, em que predomina a discriminação positiva, a transparência e a prestação de contas.
Fica, aqui, expresso um agradecimento público muito especial aos autores, pela sua elevada competência e visão estratégica como investigadores, e pela persistência em manter esta avaliação ao longo dos anos, a qual muito tem contribuído para orientar o rumo a prosseguir. Um exemplo do que precisamos fazer no âmbito da nova cultura organizacional a implementar no SNS.
Por último, salientar que a USF-AN e todos os seus colaboradores continuam a alimentar o modelo colaborativo, apresentando propostas objectivas, como aconteceu na publicação «7x7 Medidas – Novo Ciclo para os Cuidados de Saúde Primários» (Agosto de 2015) e agora, com este relatório que não se limita a actualizar o diagnóstico da situação, apresentando a opinião dos coordenadores das USF e uma excelente análise SWOT, além de apresentar propostas de melhoria, resumidas em dez medidas que gostaríamos de ver implementadas, para se acelerar o novo impulso tão desejado para uma melhor saúde em Portugal.
Contem connosco!

Porto, Julho de 2017
João Rodrigues
Presidente da USF-AN

Bernardo Vilas Boas
Ex-presidente da USF-AN
Membro do Conselho Consultivo 
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OS AUTORES
André Rosa Biscaia Médico de Medicina Geral e Familiar (MGF) na Unidade de Saúde Familiar (USF) Marginal do Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) de Cascais, da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (LVT). É doutorado em Saúde Internacional – Políticas de Saúde e Desenvolvimento.
António Pereira Médico de MGF na USF Prelada do ACeS Porto Ocidental, da ARS do Norte. É doutorando em Investigação Clínica e em Serviços de Saúde, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Rui Cardeira Enfermeiro na USF Anta, ACeS Espinho/Gaia, da ARS do Norte.
Amanda Cavada Fehn Enfermeira e mestre em Ciências, pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) – Fiocruz, no Brasil. É, também, doutoranda em Saúde Colectiva, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

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FICHA TÉCNICA
Livro: O Momento Actual da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários em Portugal – As oito edições de 2009 a 2017 (Relatório do estudo)
Autores: André Rosa Biscaia, António Pereira, Rui Cardeira e Amanda Cavada Fehn (USF-AN – Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar)
Prefácio: João Rodrigues (presidente da USF-AN) e Bernardo Vilas Boas (ex-presidente da USF-AN e membro do Conselho Consultivo)
Ilustração da capa: USF-AN (Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar)
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 26,50 €
N.º de páginas: 224
Formato: 17,0 x 24,0 cm
ISBN: 972-8910-76-1 (EAN: 978-972-8910-76-1)

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Nova apresentação do livro «Crónicas do Envelhecer» a realizar no dia 8 de Junho de 2017, pelas 15h00, na Universidade Sénior de Benfica


A editora Mar da Palavra e o autor Joaquim Manuel Pinto Serra convidam V. Ex.ª a assistir à sessão de apresentação do livro «Crónicas do Envelhecer» a realizar no dia 8 de Junho de 2017 (quinta-feira), pelas 15h00, na Universidade Sénior de Benfica (UNISBEN, à Rua Dr. José Baptista de Sousa – perto do Centro Comercial Fonte Nova).
No âmbito desta sessão literária e de carácter cívico, haverá um apontamento musical, com a colaboração da Escola de Fado, contribuindo para o diálogo entre o médico-escritor e os leitores-ouvintes, na redescoberta das emoções e dos sentidos.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

22 de Maio de 2017: Sessão pública de apresentação, em Benfica, do livro «Crónicas do Envelhecer», de Joaquim Manuel Pinto Serra


A editora Mar da Palavra e o autor Joaquim Manuel Pinto Serra convidam V. Ex.ª a estar presente no lançamento do livro «Crónicas do Envelhecer», em sessão pública a realizar no dia 22 de Maio de 2017 (segunda-feira), pelas 16h00, no Salão Paroquial da Igreja de São Domingos de Benfica (Rua Raul Carapinha, n.º 15).


quarta-feira, 5 de abril de 2017

NOVIDADE EDITORIAL: «Crónicas do Envelhecer», de Joaquim Manuel Pinto Serra



EXCERTO DE APRESENTAÇÃO

O jogo de xadrez é um retrato fiel das nossas vidas. Sobretudo, das vidas das pessoas de mais idade, aquelas já catalogadas de seniores.
Em escalada para a exclusão social, elas apercebem-se dos avanços e recuos das peças mais influentes. Conforme o contexto social em que se inserem, o estrato económico a que pertencem ou as políticas mais ou menos hostis delineadas pelos governantes ocasionais em qualquer momento histórico.
Sós, isolados por falta de apoio ou por inexistência de condições gregárias de sobrevivência, dizem em surdina o que pensam ou fecham-se nas suas profundas interiorizações, preservando a vulnerabilidade sentida em locais inventados para viver os últimos anos das suas vidas.
Em estratagemas mascarados de subtilezas hábeis e cerimoniosas, as peças deslocam-se tão lentamente que qualquer alteração mais precipitada é sempre fruto de uma súbita disfunção emocional provocada por acontecimentos desagradáveis. Acontecimentos que fugiram à rotina necessária para tudo correr bem, sem rupturas nos sistemas previamente estabelecidos.       
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O AUTOR:
Joaquim Manuel Pinto Serra Médico psiquiatra, é algarvio (Loulé) e reside em Lisboa.
Durante cerca de sessenta anos viveu em Coimbra, onde exerceu a sua actividade profissional. Aposentado da carreira hospitalar (chefe de serviço), desempenha, actualmente, funções clínicas no Hospital Privado de Loulé.
Como escritor, vê agora publicado o seu décimo sexto livro, uma colectânea de crónicas dedicadas
à problemática do envelhecimento num contexto de inserção dos mais velhos nas actuais comunidades. E onde se sentem marginalizados por deficiente interpretação do seu papel numa convivência intergeracional que se esperaria inteligente e solidária.
Motivado pelos estudos nos domínios da Gerontologia e da Gerontopsiquiatria, lecciona a disciplina «A Arte de Envelhecer» em várias Academias de Seniores, na cidade de Lisboa.
Essas experiências sensibilizaram-no para a publicação desta obra, dedicada aos mais idosos e à sua difícil integração numa sociedade incomodada com as longevidades concedidas, nos tempos actuais, pela Ciência.
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FICHA TÉCNICA
Livro: Crónicas do Envelhecer
Autor: Joaquim Manuel Pinto Serra
Ilustração da capa: Reprodução de pintura de Almeida e Silva.
Fotografia do autor na contracapa: Maria Apparecida Vidal Finck
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 16,96 €
N.º de páginas: 176
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-75-4 (EAN: 978-972-8910-75-4)

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Registo de notícias e outras referências:
https://www.facebook.com/149325878444472/photos/a.401126863264371.88598.149325878444472/1396298607080520/?type=3&theater
http://www.bibliofeira.com/livro/684893365/cronicas-do-envelhecer/
https://www.wook.pt/livro/cronicas-do-envelhecer-joaquim-manuel-pinto-serra/19288447
https://www.bertrand.pt/ficha/cronicas-do-envelhecer?id=19288447
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1471365932957831&set=a.614844408609992.1073741825.100002533142655&type=3&theater